quarta-feira, 30 de abril de 2014

Presidente da CNBB declara aberta 52ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil

O arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, presidiu hoje, 30, a sessão de abertura da 52ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, que prosseguirá até 9 de maio, no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho, em Aparecida (SP). Na ocasião, dom Damasceno agradeceu a presença dos participantes e pediu orações pelo evento.

 
Compuseram a mesa o arcebispo de São Luís (MA) e vice-presidente da CNBB, dom José Belisário; e o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. Foram convidados para o momento de abertura o núncio apostólico no Brasil, dom Giovanni D’Aniello; o reitor do Santuário Nacional de Aparecida, padre Domingos Sávio; e o prefeito de Aparecida, Antônio Márcio Siqueira.

Em seu discurso, o núncio apostólico saudou os participantes e manifestou apreço aos assessores, colaboradores, comunicadores pelo trabalho que fazem junto aos bispos durante a Assembleia. “Eles ajudam a criar um clima de fraternidade e comunhão”. Dom Danielo pediu, ainda, para que a Assembleia se realize à luz da Evangellium GAudium, na alegria do Evangelho.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, o reitor do Santuário Nacional, padre Domingos Sávio, disse colocar a basílica à disposição dos bispos . “Que Nossa Senhora sirva-lhes de inspiração na busca de luzes, de maior encorajamento nas suas dioceses. Contem com nossas orações. Que Maria e são José de Anchieta os abençoe e guie”, disse.

Já o prefeito da cidade, Antônio Siqueira, desejou êxito ao encontro. “A Igreja, como todos sabemos, inspira respeito, confiança e credibilidade da opinião pública brasileira. Que possam surgir reflexões para guiar os passos da comunidade cristã”, expressou.

Ao final, dom Damasceno declarou aberta a Assembleia e os bispos deram início às atividades. Para hoje estão programadas a apresentação do relatório das atividades da Presidência e reflexões sobre as análises de conjuntura social e eclesial.

Fonte: CNBB

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